Uma das melhores festas da cidade escolheu um dos melhores lugares da cidade para comemorar dois anos de vida. A Maracangalha deixou de lado o simpático pulgueiro da Gafieira Elite e apostou no enorme Cine Íris. Fazia muito tempo que eu não pisava no templo da sacanagem diurna, desde a última Loud, a uns cinco, seis anos atrás. Lá ainda rolam algumas festas, tipo DDK. Mas eu não curto muito essa vibe Crepúsculo perigóticas.
Festa florida não demora a fazer sucesso. E a playboyzada já descobriu isso. Bom que eles ainda não conseguiram estragar a festa. A mulherada da Maracangalha é daquele tipo hippie-alternativa de Santa-Teresa. Tinha uma sósia da Amelie Poulain que eu não me contive e tive que abordar, mesmo ela sendo tão sexy quanto um porco espinho (obrigado, Allan Sieber).

- Você é a Amelie Poulain?
- Não.
- Não acha que é um fabuloso destino nos encontrarmos?
- Não.
- Onde é que vc vai? Vou ter que seguir as tuas pistas até Montmattre?
Dessa vez o não foi com a cabeça…
O vaievem nas escadas era frenético. Na pista do cinema, uma criatura híbrida formada por César Maia e Solange Amaral aparecia no telão enquanto tocava “Bichos escrotos” no talo. Meigo. A chuva deu um tempo, o céu abriu e o terraço recebeu a Soul, Baby Soul sob a luz da Lua. Belo climão. A chuva também contribuiu pros tombos cinematográficos nas escadas de mármore.
Simpático venderem biscoito Grobo. Caído só o tal combo de 4 latinhas a 10 reais. O sujeito era obrigado a pegar as 4 latas de uma vez.
Ah sim: a Loud vai voltar ao Cine Íris no dia 23! Com Wander Wildner!! (lugar) Do caralho!!!
Fanfarra Paradiso e festa Oh, Play That Thing!
A banda instrumental é legalzinha, tem músicas de nomes nonsense, anunciados por um dos músicos no microfone, e não se rende aos covers e versões usuais de outras bandas da cidade. Merece a atenção.
Já na festa só rola jazz e suas vertentes. É bacaninha, tem até uma galera que dança como os nossos avós (e usam roupas de brechó). Dá até pra se arriscar no charleston. Chega uma hora em que fica um pouco monótono, mas esse tipo de festa bem específica, como Soul baby soul, Bangarang e Arriba!, é fundamental na cidade.
O lugar, a Casa de Jorge, é bem receptivo a essa galera. Era o antigo Mal do Século (com esse nome não podia dar certo), na Rua do Rezende, na Lapa. Depois de um tratamento acústico não atormenta mais os vizinhos. E ainda conta com um trunfo importante nesses tempos de caça aos fumantes: uma área ao ar livre bem espaçosa.
Veneno
Atendi ao chamado de uma amiga e depois de muitos meses voltei a dar as caras na Casa da Matriz, na última quinta-feira. Pra que!? Homem pra burro! Não adianta fazer lista vip pras moças. E o site da Matriz ainda informa o preço errado. Fumantes são colocados em um ridículo cercadinho do lado de fora. Se quiserem conferir o som do DJ Túlio, um dos melhores destas paragens, procurem outras festas onde ele dá as caras.
Largo das Letras
No casarão em frente ao Cine Santa rola forró e roda de samba no segundo e último sábados do mês. De graça. Altamente recomendável, não vou explicar o motivo. Vá cedo, porque acaba às 11 da noite.
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Optei por um dos modelos Converse, este sim confortável. Cerca de um ano depois, um pé começou a descolar. Apesar de ser o tênis que mais uso, não faço coisas que supostamente poderiam desgastá-lo mais rápido, como jogar bola ou fazer caminhadas, atividades que larguei faz tempo.




Ratinho explicou a lenda do 








Disparada a grande biografia da Bienal. O Homem “da rosca” conta a história do cearense Erisvaldo Correia dos Santos, que 55 anos depois do suicídio de Getúlio Vargas recolocou o Catete no noticiário nacional vendendo roscas pelas ruas do decadente bairro carioca. Angariou fama berrando bordões e trocadilhos sensíveis como: “Quem quer comer a minha rosca???” e “Minha rosca tá pegando fogo!!!”. Eu já caí de boca e aprovei. Jô Soares e 
Doenças de Pele do Cão e do Gato – Diagnóstico Clínico e Histopatológico –para amantes de bichinhos. Rica e fofamente ilustrado. Outra boa dica é o Guia Prático – Para Coleta e Interpretação de Exames Laboratoriais em Cães e Gatos.
A magia divina das velas – seria o primeiro livro que eu leria caso precisasse do anterior.